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Uso dos Pronomes e Colocação Pronominal - Português | Tuco-Tuco

Aula de Português (Sintaxe: Estrutura e Organização da Frase): Uso dos Pronomes e Colocação Pronominal. Estudo do emprego correto e posição dos pronomes na frase. Estude gratuitamente para vestibular e ENEM no Tuco-Tuco.

Uso dos Pronomes e Colocação Pronominal A colocação pronominal é o capítulo da gramática normativa que estuda a posição dos pronomes pessoais oblíquos átonos — me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes — em relação ao verbo. Trata-se de um dos tópicos mais sensíveis da sintaxe da língua portuguesa, pois a fala espontânea dos brasileiros frequentemente diverge das prescrições da norma culta, gerando inadequações que são severamente penalizadas em provas de concursos, vestibulares e, sobretudo, na redação do ENEM. Dominar as regras de colocação pronominal é, portanto, uma exigência para quem busca a excelência na comunicação escrita formal. Os pronomes oblíquos átonos: inventário e funções Antes de examinar as posições que os pronomes átonos podem ocupar, é necessário identificá-los com precisão e conhecer suas funções sintáticas. Os pronomes oblíquos átonos do português são: | Pessoa | Singular | Plural | |--------|----------|--------| | 1ª pessoa | me | nos | | 2ª pessoa | te | vos | | 3ª pessoa (obj. direto) | o, a | os, as | | 3ª pessoa (obj. indireto) | lhe | lhes | | Reflexivo | se | — | Esses pronomes são chamados de átonos porque não possuem acentuação própria, apoiando-se foneticamente no verbo ao qual se vinculam. Diferentemente dos pronomes tônicos (mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, eles, elas), que são precedidos de preposição e possuem autonomia prosódica, os átonos são clíticos: precisam estar adjacentes ao verbo e seguem regras específicas de colocação. As funções sintáticas dos pronomes átonos incluem: Objeto direto: o, a, os, as. Ex.: "Entreguei o relatório." → "Entreguei-o." Objeto indireto: lhe, lhes. Ex.: "Obedeci ao regulamento." → "Obedeci-lhe." Complemento verbal ou nominal com preposição: me, te, se, nos, vos. Ex.: "Lembrei-me do fato." (objeto indireto) / "Estava convicto de si." (complemento nominal). Partícula apassivadora: se. Ex.: "Vendem-se casas." (casas são vendidas). Índice de indeterminação do sujeito: se. Ex.: "Precisa-se de funcionários." (alguém precisa; sujeito indeterminado). Parte integrante do verbo (verbo pronominal): me, te, se, nos, vos. Ex.: "Queixei-me da demora." (verbo queixar-se). As três posições: próclise, mesóclise e ênclise Os pronomes oblíquos átonos podem ocupar três posições em relação ao verbo: Próclise: o pronome se coloca antes do verbo. Ex.: "Não me diga isso." Mesóclise: o pronome se coloca no meio do verbo, entre o radical e a desinência. Ex.: "Entregar-te-ei os documentos." Ênclise: o pronome se coloca depois do verbo, unido a ele por hífen. Ex.: "Alunos, comportem-se." A regra geral da colocação pronominal no português brasileiro estabelece que a ênclise é a posição básica — ou seja, na ausência de fatores que a contrariem, o pronome deve vir depois do verbo. Na prática, todavia, a próclise é a colocação mais frequente na fala e na escrita contemporâneas, e seu uso se estendeu a contextos que a gramática tradicional preserva para a ênclise. As provas, contudo, esperam o conhecimento das regras normativas, que serão detalhadas a seguir. A próclise: quando o pronome vem antes do verbo A próclise é obrigatória sempre que houver, antes do verbo, uma palavra atrativa — termo que, por sua natureza, exerce força de atração sobre o pronome, deslocando-o para a posição pré-verbal. 3.1 Palavras e expressões de sentido negativo Advérbios de negação e outras palavras negativas atraem o pronome. não, nunca, jamais, nada, ninguém, nenhum, nem, tampouco Ex.: "Não me disseram a verdade." Ex.: "Nunca se arrependeu da decisão." Ex.: "Ninguém lhe contou o ocorrido." Ex.: "Nem se dignou a responder." 3.2 Advérbios Advérbios e locuções adverbiais, quando posicionados antes do verbo, atraem o pronome. Isso inclui advérbios de tempo, modo, lugar, intensidade, dúvida, etc. já, sempre, ainda, talvez, ontem, aqui, ali, bem, mal, muito, pouco, certamente, provavelmente Ex.: "Sempre me lembro dos bons momentos." Ex.: "Aqui se faz, aqui se paga." Ex.: "Talvez nos encontremos na reunião." Ex.: "Já lhe entreguei o material." Cuidado: se houver pausa (vírgula) entre o advérbio e o verbo, a atração desfaz-se e a ênclise passa a ser a colocação adequada. Ex.: "Aqui, faz-se justiça." 3.3 Conjunções subordinativas As conjunções que introduzem orações subordinadas (substantivas, adjetivas ou adverbiais) exercem forte atração sobre o pronome. que, se, como, conforme, embora, quando, porque, enquanto, à medida que, logo que, já que, uma vez que Ex.: "É importante que se mantenha a calma." Ex.: "Embora me esforçasse, não consegui." Ex.: "Quando o vi, não o reconheci." Ex.: "Se lhe disserem o contrário, não acredite." Atenção especial à conjunção integrante que (introdutora de orações subordinadas substantivas) e à conjunção condicional se, que estão entre os atratores mais cobrados. 3.4 Pronomes relativos Os pronomes relativos — que, quem, qual, cujo, onde, quanto — atraem o pronome oblíquo. Ex.: "O livro que me emprestaste é excelente." Ex.: "A pessoa a quem se dirigiu era o diretor." Ex.: "O bairro onde nos instalamos é tranquilo." 3.5 Pronomes indefinidos Pronomes e advérbios indefinidos também são atratores. alguém, ninguém, tudo, nada, todos, muitos, poucos, vários, qualquer, outrem Ex.: "Alguém lhe contou a novidade." Ex.: "Tudo se resolveu rapidamente." Ex.: "Muitos se surpreenderam com o resultado." 3.6 Pronomes interrogativos e exclamativos Em perguntas diretas e indiretas, bem como em exclamações, os pronomes interrogativos ou exclamativos atraem o átono. Ex.: "Quem me poderia ajudar?" (Poder-se-ia usar "Poder-me-ia ajudar" sem o atrator; a presença de "quem" exige a próclise.) Ex.: "Quantos se beneficiaram da medida?" Ex.: "Que Deus nos proteja!" 3.7 Orações optativas (que expressam desejo) As orações optativas, geralmente introduzidas por "que" ou iniciadas por verbo no subjuntivo, atraem o pronome. Ex.: "Que os anjos te guardem." Ex.: "Bons ventos o tragam." 3.8 Palavras de valor enfático ou focalizador Certas palavras e expressões, como "só", "apenas", "também", "até", "mesmo", "próprio", "exatamente", "justamente", quando empregadas com valor enfático, atraem o pronome. Ex.: "Só se fala nisso." Ex.: "Até me esqueci do compromisso." Ex.: "Também nos sentimos prejudicados." 3.9 Gerúndio regido por preposição "em" Quando o gerúndio é precedido da preposição "em", a próclise é obrigatória. Ex.: "Em se tratando de educação, o investimento é urgente." Ex.: "Em se plantando, tudo dá." (Machado de Assis, na célebre abertura de "Memórias Póstumas de Brás Cubas"). Essa construção é arcaizante no português oral brasileiro, mas é cobrada em concursos e vestibulares como exemplo de próclise rigorosa. A mesóclise: o pronome no meio do verbo A mesóclise consiste em intercalar o pronome oblíquo entre o radical do verbo e a terminação de futuro (do presente ou do pretérito). Trata-se de uma construção típica da norma culta formal e literária, praticamente ausente da fala coloquial brasileira, mas exigida em contextos muito formais e em certas questões de prova. As condições para a mesóclise são estritas: O verbo deve estar flexionado no futuro do presente ou no futuro do pretérito. Não pode haver palavra atrativa que exija a próclise. Exemplos: Futuro do presente: "Entregar-te-ei o relatório amanhã." (entregarei + te) Futuro do presente: "Encontrar-nos-emos no saguão." (encontraremos + nos) Futuro do pretérito: "Convidar-me-iam para a festa, se soubessem." (convidariam + me) Futuro do pretérito: "Opor-se-ia o adversário, mas não teve coragem." (oporia + se) Havendo palavra atrativa, a próclise prevalece e a mesóclise é descartada: "Não te entregarei o relatório." (próclise porque "não" é palavra negativa) "Jamais se oporia o adversário." (próclise porque "jamais" é palavra negativa) A mesóclise aplica-se apenas a verbos regulares e irregulares que possuam desinência de futuro. Verbos defectivos (que não possuem todas as formas) e verbos impessoais não admitem mesóclise. A ênclise: o pronome depois do verbo A ênclise é a colocação básica do pronome átono no sistema da língua portuguesa, segundo a tradição gramatical luso-brasileira. Ela ocorre quando nenhuma palavra atrativa impõe a próclise e quando as condições para a mesóclise não estão presentes. 5.1 Casos de ênclise obrigatória Início de período ou oração: se o verbo inicia o período (ou a oração, após pausa representada por ponto, ponto e vírgula ou dois-pontos muito enfáticos), a ênclise é obrigatória, pois não há palavra anterior que atraia o pronome. Ex.: "Entregaram-me os documentos." / "Disseram-lhe a verdade." (A próclise em início de frase — "Me entregaram" — é aceita pela gramática descritiva contemporânea e largamente utilizada, mas as gramáticas normativas tradicionais preferem a ênclise.) Verbos no imperativo afirmativo: quando o verbo está no modo imperativo afirmativo, a ênclise é obrigatória. Ex.: "Alunos, comportem-se." / "Apresente-se ao diretor." / "Ajudem-me, por favor." Verbos no infinitivo impessoal regido pela preposição "a": Ex.: "Começou a queixar-se da dor." Verbos no gerúndio sem palavra atrativa: quando o gerúndio não é antecedido de palavra atrativa nem precedido da preposição "em", a ênclise é a posição recomendada. Ex.: "Saiu, deixando-nos perplexos." / "Foi embora, esquecendo-se do casaco." 5.2 Ênclise facultativa ou discutível Em alguns contextos, a tradição normativa admite tanto a próclise quanto a ênclise, a depender do nível de formalidade ou da ênfase pretendida. Por exemplo, com verbos no infinitivo pessoal precedido de preposição, ambas as colocações são encontradas: "Para me ajudar" / "Para ajudar-me". Em concursos, contudo, a banca pode adotar posição mais restritiva, sendo útil conhecer a orientação das principais gramáticas. Colocação pronominal nas locuções verbais As locuções verbais — formadas por verbo auxiliar + verbo principal no infinitivo, gerúndio ou particípio — apresentam regras específicas de colocação pronominal, que dependem do tipo de auxiliar e da forma nominal do verbo principal. 6.1 Verbo principal no infinitivo ou no gerúndio Quando o verbo principal está no infinitivo ou no gerúndio, o pronome pode ser colocado: Junto ao verbo auxiliar (próclise ou ênclise ao auxiliar, se este não estiver precedido de palavra atrativa): Ex.: "Devo-lhe explicar o ocorrido." (ênclise ao auxiliar). / "Não lhe devo explicar o ocorrido." (próclise ao auxiliar, por força do "não"). Junto ao verbo principal (ênclise ao principal): Ex.: "Devo explicar-lhe o ocorrido." No meio da locução (pronome solto entre auxiliar e principal, sem hífen): Ex.: "Devo-lhe explicar o ocorrido." (Esta é apenas uma representação gráfica da ênclise ao auxiliar). Com gerúndio, a lógica é a mesma: "Estou lhe contando" (próclise ao principal, embora a tradição prefira a ênclise ao gerúndio: "Estou contando-lhe"). 6.2 Verbo principal no particípio Com particípio, nunca se usa ênclise ao verbo principal. O pronome deve ficar junto ao auxiliar, em próclise ou ênclise, conforme as regras gerais. Errado: "Tinha entregado-lhe as chaves." Certo: "Tinha-lhe entregado as chaves." (ênclise ao auxiliar) Certo: "Não lhe tinha entregado as chaves." (próclise ao auxiliar com palavra atrativa) Colocação pronominal com verbos no futuro e no condicional Conforme visto na seção sobre mesóclise, os verbos no futuro do presente e no futuro do pretérito, quando não houver palavra atrativa, exigem a mesóclise nas situações formais. Na ausência de palavra atrativa e se o contexto for menos formal, a norma culta admite a próclise se o verbo auxiliar for usado para formar o futuro perifrástico: "Vou te convidar" em vez de "Convidar-te-ei". Em provas, contudo, a banca costuma exigir a mesóclise quando as condições estão dadas. Observações relevantes para provas Proibição da ênclise com particípio: essa é uma regra universal e não admite exceções. Frases como "Havia se queixado" são corretas (próclise ao auxiliar); "Havia queixado-se" é errada. Início de frase e próclise: gramáticas normativas tradicionais desaconselham a próclise em início de frase ("Me disseram"). Na prática contemporânea formal, há oscilação, mas em concursos a ênclise é a forma esperada ("Disseram-me"). Mesóclise em desuso, mas viva para a norma: a mesóclise é rara até mesmo na escrita formal brasileira, mas ainda é cobrada em concursos, especialmente os de nível mais elevado e em bancas tradicionais. Cuidado com a separação incorreta com hífen: na ênclise e na mesóclise, o hífen é obrigatório entre o verbo e o pronome. Na próclise, não há hífen. Colocação dos pronomes "o, a, os, as" após verbos terminados em -r, -s, -z: esses pronomes assumem as formas lo, la, los, las, e o verbo perde a consoante final. Ex.: "Vou vendê-lo." (vender + o), "Fi-lo." (fiz + o, forma arcaica). As formas "no, na, nos, nas" ocorrem após verbos terminados em som nasal (-m, -ão, -õe): "Entregaram-no." Quadro-síntese das regras de colocação pronominal | Condição | Colocação | Exemplo | |----------|-----------|---------| | Palavra negativa antes do verbo | Próclise | Não me diga. | | Advérbio antes do verbo | Próclise | Sempre te amei. | | Conjunção subordinativa | Próclise | Quero que se mantenha calmo. | | Pronome relativo | Próclise | O livro que me emprestaste. | | Pronome indefinido | Próclise | Alguém o viu. | | Futuro do presente sem atrator | Mesóclise | Entregar-te-ei. | | Futuro do pretérito sem atrator | Mesóclise | Convidar-me-iam. | | Início de período | Ênclise | Entregaram-me os papéis. | | Imperativo afirmativo | Ênclise | Alunos, sentem-se. | | Gerúndio sem atrator | Ênclise | Saiu, deixando-nos tristes. | | Particípio | Nunca ênclise ao particípio | Tinha-lhe dado. | Síntese dos pontos fundamentais Os pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) podem ocupar três posições: próclise (antes do verbo), mesóclise (no meio do verbo) e ênclise (depois do verbo). A próclise é obrigatória quando há palavras atrativas: negativas, advérbios, conjunções subordinativas, pronomes relativos, pronomes indefinidos, entre outras. A mesóclise é exclusiva dos verbos no futuro do presente ou do pretérito, desde que não haja palavra atrativa. A ênclise é a colocação básica na ausência de atratores e ocorre, obrigatoriamente, no início de frase, com verbos no imperativo afirmativo e com gerúndio sem atrator. Nas locuções verbais, a colocação depende da forma nominal do verbo principal, com a regra absoluta de nunca pospor o pronome ao particípio. O domínio da colocação pronominal é exigido para a produção de textos formais, para a resolução de questões de gramática e para a adequação ao registro culto esperado em provas de concurso e vestibular. Exercícios: A próclise (pronome antes do verbo) é OBRIGATÓRIA quando há: Assinale a alternativa em que TODOS os exemplos apresentados são pronomes pessoais oblíquos átonos, conforme a classificação vista na aula. Assinale a alternativa que apresenta a correta colocação pronominal em início de frase, seguindo a norma-padrão. Assinale a alternativa que apresenta erro de colocação pronominal devido à presença de um advérbio. Qual das alternativas contém uma palavra atrativa que exija a próclise? A próclise (pronome antes do verbo) é obrigatória quando existem palavras atrativas na frase, como as palavras negativas (não, nunca, ninguém), que funcionam como um verdadeiro ímã. A mesóclise (pronome no meio do verbo) deve ser usada com verbos no futuro mesmo se houver uma palavra negativa antes. Portanto, o correto é escrever "Não convidar-me-iam para a festa". Uma regra fundamental da colocação pronominal diz que nunca devemos colocar o pronome depois do verbo (ênclise) quando ele estiver no particípio, ou seja, quando terminar em "-ado" ou "-ido". Na gramática moderna, começar uma frase afirmativa com um pronome (como em "Me entregaram os documentos") é considerado perfeitamente aceito e normal, sendo a proibição total uma regra muito antiga. Advérbios de tempo e lugar, como "sempre", "ontem" e "aqui", não têm força para atrair os pronomes. Por isso, a norma culta determina que o correto em uma redação é escrever "Sempre vejo-o aqui". Colocar o pronome depois do verbo (ênclise) é obrigatório quando usamos o modo imperativo afirmativo, que serve para dar ordens ou conselhos, a exemplo de "Alunos, comportem-se!". Conjunções subordinativas, como "que", "se" e "embora", exigem que o pronome venha sempre depois do verbo, tornando a escrita "Quero que sintas-te bem" a única forma correta. A regra diz que o pronome deve vir depois do gerúndio. Por isso, não importa se existem palavras atrativas antes, está gramaticalmente correto escrever "Ele saiu, não deixando-nos sozinhos". Pronomes relativos (como "que" e "qual") e pronomes indefinidos (como "alguém" e "tudo") funcionam como fortes ímãs, o que obriga a colocar o pronome antes do verbo, como em "Alguém me ligou". A mesóclise acontece quando o pronome é colocado após o verbo com a ajuda de um hífen, ficando no final da palavra, como ocorre no exemplo "deixando-nos". Qual das seguintes construções é considerada INCORRETA quanto à colocação do pronome em relação a um verbo no particípio? Identifique a frase onde a próclise é facultativa, considerando a ausência de palavras atrativas. Em qual situação o uso da mesóclise é invalidado e substituído obrigatoriamente pela próclise? Analise a frase: "Em ____ tratando de negócios, prefiro cautela." Qual a forma correta? No uso dos pronomes "o, a, os, as" em ênclise a verbos terminados em "-r, -s, -z", qual alteração ocorre? Considerando locuções verbais com o verbo principal no gerúndio ou infinitivo, qual afirmação é verdadeira? Sobre a colocação do pronome oblíquo átono no início de uma oração, na norma culta, é correto afirmar que: Qual das frases abaixo segue estritamente a norma culta para o início de uma oração? Segundo as regras da norma-padrão para colocação pronominal, em qual das frases a próclise está correta e justificada por um fator de atração obrigatório?