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Concordância Verbal: Casos Especiais - Português | Tuco-Tuco

Aula de Português (Concordância Verbal e Nominal): Concordância Verbal: Casos Especiais. Análise de casos especiais, como sujeitos indeterminados e verbos impessoais. Estude gratuitamente para vestibular e ENEM no Tuco-Tuco.

Concordância Verbal: Casos Especiais A concordância verbal é, em sua essência, o ajuste do verbo ao sujeito em número e pessoa. Entretanto, a língua portuguesa apresenta uma série de situações em que a regra geral é flexibilizada ou exige uma análise mais detida. São os chamados casos especiais de concordância verbal, que envolvem sujeitos com núcleos que guardam entre si relações de sinonímia ou gradação, expressões partitivas, construções com “um dos que”, sujeitos oracionais, verbos impessoais, o verbo “ser” com predicativo, entre outros. Esses tópicos são extremamente recorrentes em provas de concursos e vestibulares, e seu domínio é fundamental para a produção de textos que atendam à norma culta e para a interpretação precisa dos enunciados. Núcleos do Sujeito com Pessoas Gramaticais Diferentes Quando o sujeito composto é formado por núcleos que representam pessoas gramaticais distintas, a concordância obedece a uma hierarquia fixa: A 1ª pessoa (eu, nós) prevalece sobre a 2ª e a 3ª. A 2ª pessoa (tu, vós) prevalece sobre a 3ª. A 3ª pessoa (ele/eles, ela/elas) só é utilizada quando todos os núcleos estão na 3ª pessoa. Exemplos: “Eu e ela faremos o trabalho.” (1ª + 3ª = 1ª pessoa do plural) “Tu e ele fizestes o trabalho.” (2ª + 3ª = 2ª pessoa do plural, formal) “Tu e ele fizeram o trabalho.” (também aceito, especialmente no português brasileiro contemporâneo) “Ele e ela fizeram o trabalho.” (3ª + 3ª = 3ª pessoa do plural) Essa hierarquia aplica-se também quando o sujeito composto é formado por pronomes. A justificativa é que a 1ª pessoa é a mais marcada, a 2ª a intermediária e a 3ª a menos marcada, o que faz com que a presença de uma pessoa superior na hierarquia determine a forma verbal correspondente. Sujeito Formado por Palavras Sinônimas ou que Formam Gradação Quando os núcleos do sujeito composto são sinônimos ou quase sinônimos, o falante pode considerá-los como uma única entidade semântica, e o verbo pode ficar no singular, concordando com a ideia unitária que a soma dos termos representa. No entanto, o plural também é gramaticalmente correto. Exemplos: “A calma e a serenidade reinava (ou reinavam) no ambiente.” “O medo e o pavor dominou (ou dominaram) a plateia.” “A angústia e a ansiedade tomou (ou tomaram) conta de todos.” O mesmo ocorre quando os núcleos formam uma gradação, isto é, uma progressão de ideia. Exemplo: “O sofrimento, a dor, o desespero tomou (ou tomaram) conta do personagem.” A escolha pelo singular realça a unidade do sentido; a opção pelo plural marca a independência dos termos. Em textos formais, ambas as variantes são aceitáveis, mas a concordância no plural é a mais comum quando não há intenção de enfatizar a unidade. Sujeito Formado por Expressões Partitivas As expressões partitivas são aquelas que indicam parte de um todo, tais como “a maioria de”, “a maior parte de”, “parte de”, “grande número de”, “uma porção de”, “metade de”, entre outras. Quando o sujeito é introduzido por uma dessas expressões, o verbo pode concordar com o núcleo partitivo (singular) ou com o termo especificador (plural). Exemplos: “A maioria dos alunos gostou da palestra.” (concordância com “maioria”) “A maioria dos alunos gostaram da palestra.” (concordância com “alunos”) “Grande número de pessoas protestou.” ou “Grande número de pessoas protestaram.” “Metade dos participantes desistiu.” ou “Metade dos participantes desistiram.” A concordância no singular enfatiza o conjunto, o bloco; a concordância no plural destaca os indivíduos que o compõem. Ambas são aceitas pela norma culta. Entretanto, quando a expressão partitiva vier desacompanhada de especificador, a concordância deve ser feita no singular: “A maioria compareceu.” Sujeito Coletivo Os substantivos coletivos (multidão, enxame, assembleia, alcateia, bando, etc.) são palavras que, embora no singular, designam um conjunto. Quando o sujeito é um coletivo simples, sem especificador, o verbo obrigatoriamente fica no singular, concordando com a forma gramatical da palavra. Exemplos: “A multidão aplaudiu o artista.” “O cardume migrou para águas mais quentes.” Se o coletivo vier acompanhado de um adjunto adnominal no plural (especificador), a concordância pode ser feita com o coletivo (singular) ou com o especificador (plural), à semelhança das partitivas. Exemplos: “A multidão de torcedores vibrou (ou vibraram) com o gol.” “Um bando de pássaros sobrevoou (ou sobrevoaram) o lago.” A dupla concordância, quando possível, segue o mesmo princípio: singular para enfatizar o grupo, plural para enfatizar os membros. Sujeito com a Expressão “um dos que” A construção “um dos que” (e suas flexões) merece atenção especial. Nela, o sujeito é constituído pelo numeral “um” (ou “uma”) antecedendo o pronome relativo “que”, que retoma um substantivo ou pronome no plural. A norma culta recomenda que o verbo da oração adjetiva concorde com o antecedente plural, pois o “que” refere-se a um conjunto de elementos. Entretanto, a concordância no singular, com o numeral “um”, também é admitida por muitos gramáticos, embora considerada menos formal. Exemplos: “Ele é um dos alunos que mais estudaram.” (concordância preferencial) “Ele é um dos alunos que mais estudou.” (aceita, porém menos recomendada) “Aquela foi uma das propostas que mais agradaram.” (preferencial) “Aquela foi uma das propostas que mais agradou.” (aceita) A justificativa para a concordância no plural é que o pronome relativo “que” retoma o termo no plural (“alunos”, “propostas”), incluindo o sujeito entre os membros desse conjunto. A concordância no singular enfatiza que o sujeito é “um” dentre muitos, e que a ação destacada é a sua, individualmente. Em provas, especialmente as mais tradicionais, o plural é a forma prestigiada. O Pronome Relativo “quem” Quando o sujeito é o pronome relativo “quem”, a concordância verbal admite dois padrões, ambos legítimos: Concordância com o próprio “quem”: o verbo fica na 3ª pessoa do singular, independentemente do antecedente. Concordância com o antecedente: o verbo concorda em número e pessoa com o termo a que “quem” se refere. Exemplos: “Fui eu quem resolveu o problema.” (concordância com “quem”; verbo na 3ª singular) “Fui eu quem resolvi o problema.” (concordância com “eu”; 1ª singular) “Foram eles quem trouxe a novidade.” (com “quem”) “Foram eles quem trouxeram a novidade.” (com “eles”) Embora ambas as formas sejam aceitas na norma culta, a concordância com o antecedente é comum na fala e na escrita contemporânea, enquanto a concordância invariável com “quem” é mais conservadora. Em concursos, as duas construções são consideradas corretas, salvo orientação específica da banca. Sujeito Oracional O sujeito oracional ocorre quando uma oração subordinada substantiva exerce a função de sujeito da oração principal. Nesse caso, o verbo da oração principal deve permanecer sempre na 3ª pessoa do singular, independentemente de a oração subjetiva conter ideia de plural. Exemplos: “É necessário que todos estudem.” “Convém que os documentos sejam assinados.” “Parece que as negociações avançaram.” “É urgente tomarmos uma decisão.” (sujeito: oração reduzida de infinitivo) A invariabilidade se explica pelo fato de o sujeito ser toda a proposição, e não um substantivo com o qual o verbo pudesse flexionar. Por isso, são incorretas construções como “São necessários que todos estudem”; o correto é “É necessário que todos estudem”. Quando, entretanto, o sujeito é nominal composto por substantivos (como em “É necessário paciência e dedicação”), estamos diante de um sujeito nominal composto empregado em sentido genérico, sem artigo, o que permite a concordância no singular (a forma mais comum) ou no plural, caso haja artigo. Exemplo: “É necessário paciência e dedicação” ou “São necessárias a paciência e a dedicação”. Expressões de Quantidade Certas expressões que denotam quantidade aproximada ou indeterminada têm regras próprias de concordância. “Mais de um” A expressão “mais de um” leva o verbo para o singular, pois o núcleo é “um”, numeral singular. Exemplos: “Mais de um aluno resolveu a questão.” “Mais de um candidato se apresentou.” Se houver ideia de reciprocidade, com o pronome “se” indicando ação mútua, o verbo pode ir para o plural. Exemplo: “Mais de um dos concorrentes se cumprimentaram.” “Menos de dois” Com “menos de dois”, “menos de três” etc., o verbo concorda com o numeral que especifica a quantidade, geralmente no plural. Exemplos: “Menos de dois alunos faltaram.” “Menos de três horas são suficientes.” “Cerca de”, “Perto de”, “Mais de”, “Menos de” Expressões como “cerca de”, “perto de”, “mais de” e “menos de”, quando seguidas de substantivo no plural, levam o verbo ao plural. Exemplos: “Cerca de vinte pessoas compareceram.” “Mais de cem mil reais foram investidos.” “Um quê de”, “um ar de”, etc. Essas expressões de sentido vago têm o verbo no singular. Exemplo: “Um quê de mistério envolvia a cena.” Verbo “Ser” e a Concordância com o Predicativo O verbo “ser” constitui uma exceção à regra geral de concordância com o sujeito, pois frequentemente o verbo concorda com o predicativo, e não com o sujeito. As principais situações são: Sujeito e Predicativo de Naturezas Diferentes Quando o sujeito é um substantivo e o predicativo é um adjetivo, o verbo concorda com o sujeito. Exemplos: “A reunião foi proveitosa.” “As reuniões foram proveitosas.” Sujeito e Predicativo Ambos Substantivos Quando tanto sujeito quanto predicativo são substantivos, a concordância preferencial e mais prestigiada na norma culta é com o predicativo, especialmente quando este está no plural. Assim, em “O problema são as provas”, o verbo concorda com “as provas”. A concordância com o sujeito (“O problema era as provas”) é menos formal e deve ser evitada em textos que exijam rigor gramatical. Exemplos aceitáveis: “O problema são as provas.” (preferencial) “As provas são o problema.” (concordância com o sujeito plural) Construções como “As provas é o problema” são consideradas incorretas. Sujeito é Pronome Pessoal ou Nome Próprio Com sujeito representado por pronome pessoal ou nome próprio, o verbo concorda com o sujeito. Exemplos: “Eu sou o responsável.” “Carlos é o médico.” Indicação de Tempo, Distância e Data Em construções impessoais com “ser” indicando tempo, distância ou data, o verbo concorda com o numeral ou o termo de quantidade. Exemplos: “São três horas.” / “É uma hora.” “São duzentos metros daqui até a praia.” / “É um quilômetro.” “Hoje é dia 15.” / “Hoje são 15 de março.” (ambas as formas são aceitas) Quando se trata de datas, a concordância pode ser feita com a palavra “dia” (singular) ou com o numeral (plural). Ambas estão corretas. Verbos Impessoais Verbos impessoais são aqueles que não possuem sujeito e, portanto, permanecem na 3ª pessoa do singular em todos os tempos e modos. Os principais são: Verbo “Haver” com Sentido de Existir, Ocorrer ou Tempo Decorrido O verbo “haver”, nesses sentidos, é impessoal e fica no singular. O termo que o acompanha é objeto direto, não sujeito. Exemplos: “Havia muitas pessoas na sala.” “Houve vários acidentes na estrada.” “Há anos não o vejo.” (tempo decorrido) “Vai haver mudanças.” (locução impessoal: o verbo “haver” é o principal; o auxiliar também permanece no singular) É um erro comum flexionar o verbo para o plural: “Haviam muitas pessoas” é incorreto. Verbo “Fazer” Indicando Tempo Decorrido ou Fenômeno Natural O verbo “fazer”, quando impessoal, fica no singular. Exemplos: “Faz dez anos que me formei.” “Fazia dias que não chovia.” “Fez muito frio ontem.” (fenômeno atmosférico) Verbos que Indicam Fenômenos da Natureza Chover, nevar, ventar, trovejar, gear, amanhecer, entardecer, etc., são impessoais em sentido literal. Exemplos: “Choveu torrencialmente.” “Trovejava ao longe.” Em sentido figurado, podem ter sujeito e concordar com ele. Exemplos: “Choveram críticas sobre o relatório.” (sujeito: “críticas”) “Amanheceram contentes.” (sujeito: “eles/elas”, implícito) Verbo “Ser” Impessoal em Indicações de Tempo e Distância Como visto, “ser” concorda com o numeral ou expressão de quantidade. “É” para singular, “são” para plural. Verbo “Estar” Impessoal Em expressões como “Está frio”, “Está tarde”, “Está calor”, o verbo “estar” fica no singular, sem sujeito. Verbo “Passar” e “Chegar” Impessoais “Passa das dez horas”, “Chega de discussões” — são impessoais, ficam no singular. Verbo “Dar”, “Bater” e “Soar” Indicando Horas Os verbos “dar”, “bater” e “soar”, quando indicam horas, concordam com o número de horas. Se houver um sujeito claro como “relógio”, “sino”, a concordância é com esse sujeito. Exemplos: “Deram duas horas no relógio da torre.” “Bateu uma hora.” “Soaram cinco badaladas.” “O relógio deu duas horas.” Outros Casos Especiais Concordância com “Era uma vez” Expressão cristalizada, invariável: “Era uma vez três porquinhos.” O verbo “ser” fica no singular, apesar de o sujeito “três porquinhos” ser plural, por se tratar de locução consagrada. Concordância com “Os que”, “As que”, “Quais” Pronomes relativos com artigo antecedente explícito levam o verbo para o plural: “São eles os que mais trabalham.” Se não houver artigo, o verbo pode concordar com o antecedente ou com o relativo, a depender da análise. Concordância com “Se” Apassivador e Índice de Indeterminação Com a partícula apassivadora “se” e verbo transitivo direto, o verbo concorda com o sujeito paciente. Exemplo: “Vendem-se carros.” (carros são vendidos). Com índice de indeterminação do sujeito (verbo intransitivo, transitivo indireto ou de ligação), o verbo fica no singular: “Precisa-se de funcionários.” Essas estruturas já foram abordadas em aulas sobre sujeito indeterminado e voz passiva, mas sua relação com a concordância verbal é direta e deve ser observada. Concordância com Nomes Próprios no Plural Nomes próprios com forma plural seguem a regra do artigo: se houver artigo plural, verbo no plural; sem artigo, verbo no singular. Exemplos: “Os Estados Unidos adotaram...” / “Estados Unidos adotou...” Quadro-Resumo dos Casos Especiais | Caso | Concordância | Exemplo | | :--- | :--- | :--- | | Núcleos com pessoas diferentes | Hierarquia: 1ª > 2ª > 3ª | “Eu e ela faremos.” | | Núcleos sinônimos ou gradação | Singular ou plural | “Calma e serenidade reinava.” | | Expressão partitiva | Singular ou plural (especificador) | “A maioria gostou / gostaram.” | | Coletivo sem especificador | Singular | “A multidão aplaudiu.” | | Coletivo com especificador | Singular ou plural | “A multidão de fãs vibrou / vibraram.” | | “Um dos que” | Plural (preferencial) ou singular | “Um dos que estudaram / estudou.” | | Pronome relativo “quem” | Singular (com “quem”) ou concordância com antecedente | “Fui eu quem fez / fiz.” | | Sujeito oracional | Singular (verbo principal) | “É necessário que estudem.” | | “Mais de um” | Singular (plural se recíproco) | “Mais de um aluno resolveu.” | | “Menos de dois” | Plural | “Menos de dois alunos faltaram.” | | Verbo “ser” (sujeito e pred. subst.) | Plural preferencial (predicativo) | “O problema são as provas.” | | Verbo “haver” (existir) | Singular (impessoal) | “Havia pessoas.” | | Verbo “fazer” (tempo) | Singular (impessoal) | “Faz anos.” | | “Dar”, “bater” horas | Concorda com horas | “Deram três horas.” | Considerações Finais sobre os Casos Especiais Os casos especiais de concordância verbal constituem um conjunto de regras que complementam a concordância padrão e revelam a sensibilidade da língua a fatores semânticos, pragmáticos e estilísticos. Memorizá-los simplesmente pode não ser suficiente; é preciso compreender a lógica que subjaz a cada caso, o que permitirá ao estudante aplicar as regras com segurança em situações novas. A prática de análise de frases, a consulta a textos modelares e a resolução de exercícios contextualizados são os melhores caminhos para internalizar esses conceitos e evitar os erros que as bancas examinadoras mais exploram. O domínio desses tópicos, aliado ao conhecimento das regras gerais e dos casos de sujeito simples e composto, completa o panorama da concordância verbal, habilitando o aluno a produzir textos corretos e a interpretar com precisão os enunciados das provas. Exercícios: Na frase "_____ dois anos que não o vejo", o verbo correto é: Assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado segundo a regra do sujeito composto ANTES do verbo. Considerando as regras de concordância verbal padrão na língua portuguesa contemporânea quando o sujeito possui núcleos em pessoas gramaticais diferentes, escolha a alternativa correta que apresenta a concordância com a 1ª pessoa do plural: Como deve ser feita a concordância em: 'Tudo [ser] esperanças naquele dia'? Quando o sujeito da frase é formado por uma expressão partitiva, como 'a maioria de' ou 'metade de', acompanhada de uma palavra no plural, a gramática permite que o verbo fique tanto no singular quanto no plural. Quando o sujeito de uma frase é uma oração inteira, o verbo principal deve ir para o plural para englobar toda a ideia transmitida. Se um sujeito composto aparecer antes do verbo na frase, a regra determina que o verbo vá obrigatoriamente para o plural. O verbo 'haver', quando utilizado com o sentido de 'existir', deve ficar sempre no singular, mesmo que a palavra seguinte esteja no plural. O verbo 'fazer', quando indica tempo passado, deve ser colocado no plural se o tempo indicado for maior do que um, como em 'Fazem anos que não nos vemos'. Quando o sujeito composto é formado por palavras que são sinônimas ou transmitem ideias muito parecidas, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural. Se o sujeito for uma palavra coletiva no singular acompanhada de um detalhe no plural (exemplo: 'a multidão de torcedores'), o verbo pode ficar no singular ou no plural. Na expressão 'um dos que', a gramática exige que o verbo fique exclusivamente no singular para concordar com a palavra 'um'. Se o sujeito composto tiver pessoas gramaticais diferentes (como 'eu' e 'tu'), o verbo deve ficar na terceira pessoa por ser uma forma neutra. Quando o verbo 'ser' liga dois substantivos, sendo um no singular e outro no plural, ele deve concordar obrigatoriamente com o primeiro substantivo da frase. Na frase 'Aquelas 30% do grupo [defender] a proposta', qual é a forma verbal correta? Considerando nomes próprios geográficos, qual frase está correta? Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: "Não ___ mudanças no cronograma". Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal correta para a frase '_____ as devidas explicações', segundo a norma culta. Em qual(is) frase(s) o uso do verbo está correto de acordo com as regras para expressões partitivas ('a maioria de', 'parte de', etc)? Identifique a frase com ERRO de concordância: Qual é a concordância verbal adequada para: 'Mais de um diplomata [se cumprimentar] cordialmente'? No caso de sujeito composto ligado pela conjunção 'ou' com valor de exclusão, qual é a concordância correta? Na frase 'A maioria dos candidatos _____ aprovada', considerando a norma-padrão da língua portuguesa, a forma verbal que NÃO exigiria a alteração do predicativo 'aprovada' para o plural é: Assinale a alternativa que apresenta a concordância correta conforme a norma-padrão: 'Devem ou deve haver sérios problemas na execução do projeto.' Escolha a alternativa correta para a concordância da frase: 'Fui eu quem [resolver] o impasse'. Assinale a alternativa CORRETA: