Strain generalizado: emoções, eventos negativos e trajetórias para o crime - Criminologia | Tuco-Tuco
Aula de Criminologia (Teorias Sociológicas II: Anomia, strain, subcultura e criminalidade como adaptação): Strain generalizado: emoções, eventos negativos e trajetórias para o crime. Extensões do strain: pressões não só por sucesso econômico, mas por perdas, injustiças e eventos negativos. Papel de emoções (raiva, frustração) e coping. Diferenciação: strain cumulativo, injustiça percebida e ausência de suporte social. Conexões com violência, delitos reativos e conflitos comunitários. Limites: medição e causalidade complexas. Estude gratuitamente para concursos públicos e OAB no Tuco-Tuco.
Strain generalizado: emoções, eventos negativos e trajetórias para o crime
1) Introdução: a necessidade de ampliar o conceito de strain
A teoria da anomia de Robert Merton, vista na aula anterior, foi um marco na criminologia ao demonstrar como a estrutura social pode gerar pressões para o cometimento de crimes. No entanto, ao longo das décadas, pesquisadores identificaram limitações nessa abordagem. A principal crítica era que Merton havia focado exclusivamente em um tipo de tensão: o bloqueio de metas econômicas (a busca por sucesso material). Mas a vida é mais complexa: as pessoas experimentam tensões de diversas naturezas – perdas afetivas, humilhações, discriminação, violência, injustiças – que também podem levar ao crime, mesmo quando as metas econômicas estão sendo alcançadas.
Foi para dar conta dessa complexidade que o sociólogo americano Robert Agnew desenvolveu, a partir dos anos 1980, a teoria geral da tensão (general strain theory – GST). Agnew propôs uma ampliação do conceito de strain, incorporando novas fontes de pressão e, sobretudo, dando ênfase ao papel das emoções negativas (raiva, frustração, medo, depressão) como mediadoras entre a tensão e o comportamento desviante.
A teoria do strain generalizado é hoje uma das mais influentes na criminologia contemporânea, com vasta pesquisa empírica que a sustenta. Ela permite compreender não apenas crimes econômicos, mas também crimes violentos, uso de drogas, delinquência juvenil e até mesmo comportamentos de fuga e retraimento.
2) Os três tipos de tensão (strain) segundo Agnew
Agnew identifica três grandes fontes de tensão que podem levar ao comportamento desviante:
2.1 Fracasso em alcançar metas valorizadas (strain clássico)
Este é o tipo de tensão já estudado por Merton: a discrepância entre as aspirações (metas) e as realizações (resultados efetivos). No entanto, Agnew amplia a noção de metas. Elas não se resumem ao sucesso material ou status; incluem também:
Metas de curto prazo (como obter dinheiro para um passeio, comprar um tênis).
Metas relacionadas a estímulos (busca por excitação, aventura, sensações fortes).
Metas de autonomia (desejo de ser independente, de livrar-se do controle parental ou institucional).
Metas de justiça e tratamento equitativo.
Quando o indivíduo não consegue atingir essas metas por meios legítimos, pode recorrer a meios ilegítimos (inovação) ou experimentar frustração que descamba para violência ou fuga.
2.2 Remoção de estímulos positivos
A segunda fonte de tensão é a perda ou ameaça de perda de pessoas, coisas ou experiências valorizadas. Exemplos:
Morte de um familiar ou amigo próximo.
Término de um relacionamento amoroso.
Separação dos pais (divórcio).
Mudança forçada de escola ou de vizinhança, com perda de amigos.
Demissão do emprego.
Perda de um bem material significativo.
Internação em instituição total (prisão, reformatório, hospital psiquiátrico).
Essas perdas geram sofrimento, luto, solidão. O indivíduo pode buscar alívio em comportamentos desviantes (uso de drogas, álcool) ou reagir com raiva contra aqueles que responsabiliza pela perda.
2.3 Apresentação de estímulos negativos
A terceira fonte de tensão é a exposição a situações ou eventos negativos, aversivos, indesejados. Exemplos:
Violência física ou psicológica (abusos, maus-tratos, bullying).
Discriminação (racial, de gênero, orientação sexual, origem social).
Conflitos familiares constantes.
Humilhação e desrespeito.
Condições adversas de vida (frio, fome, insalubridade).
Pressão excessiva (cobranças na escola, no trabalho).
Esses estímulos negativos geram desconforto, medo, raiva. A pessoa pode reagir tentando eliminar a fonte do estímulo (agressão), fugir (evasão escolar, sair de casa) ou buscar alívio em substâncias.
3) O papel das emoções negativas
O grande diferencial da teoria de Agnew é a ênfase nas emoções negativas como elo entre a tensão e o comportamento desviante. A tensão não leva diretamente ao crime; ela gera emoções como:
Raiva: é a emoção mais importante para a GST. A raiva cria um desejo de vingança, de retaliação, de “fazer justiça com as próprias mãos”. Ela também reduz a capacidade de autocontrole e aumenta a sensação de que a agressão é justificada.
Frustração: sensação de impotência diante de obstáculos que não consegue superar.
Medo e ansiedade: podem levar à fuga, ao isolamento, ao uso de drogas como automedicação.
Depressão e desesperança: podem levar ao retraimento, ao abandono de objetivos, ao uso de substâncias ou a comportamentos autodestrutivos.
Vergonha e humilhação: podem desencadear reações violentas para restaurar a honra ou a autoestima.
A raiva, em particular, é central porque mobiliza o indivíduo para a ação, justifica a agressão e diminui a inibição moral. Estudos mostram que indivíduos que experimentam raiva intensa diante de tensões têm maior probabilidade de cometer crimes violentos.
4) Fatores que influenciam a resposta à tensão
Nem todas as pessoas expostas às mesmas tensões reagem com crime. A GST identifica uma série de fatores que moderam (aumentam ou diminuem) a probabilidade de uma resposta desviante:
4.1 Habilidades de enfrentamento (coping)
Indivíduos com boas habilidades de enfrentamento – capacidade de resolver problemas, controlar emoções, buscar apoio social, reinterpretar situações de forma positiva – tendem a lidar com a tensão sem recorrer ao crime. Ao contrário, pessoas com baixo repertório de coping (impulsivas, sem suporte social, com baixa autoeficácia) são mais vulneráveis.
4.2 Apoio social
Ter uma rede de apoio (família, amigos, comunidade religiosa, profissionais de saúde) que ofereça suporte emocional, material ou informacional reduz o impacto da tensão. O isolamento social, ao contrário, potencializa os efeitos negativos.
4.3 Controle social
Indivíduos com fortes vínculos com instituições convencionais (escola, trabalho, família) e com valores internalizados de conformidade tendem a resistir à tentação do crime, mesmo sob tensão. O controle social atua como freio.
4.4 Associação com pares desviantes
A presença de amigos ou conhecidos que já cometem crimes, que aprovam ou incentivam o desvio, aumenta a probabilidade de que a pessoa também adote comportamentos desviantes como resposta à tensão. Aprendem-se técnicas, justificativas e oportunidades.
4.5 Crenças e valores
Crenças religiosas, morais ou políticas que condenam o crime podem inibir a resposta desviante. Por outro lado, crenças que relativizam a lei ou que justificam a violência em certas circunstâncias (como “honra”, “lealdade”, “vingança”) podem facilitá-la.
4.6 Características individuais
Traços de personalidade (impulsividade, baixa empatia, baixo autocontrole), problemas de saúde mental (depressão, transtorno de conduta) e experiências passadas também influenciam a forma como a pessoa reage à tensão.
5) Tipos de resposta à tensão
Agnew distingue três grandes tipos de resposta ao strain, que podem ser criminosas ou não:
5.1 Respostas comportamentais
Fuga: sair de casa, abandonar a escola, fugir da cidade, isolar-se.
Agressão direta: retaliar contra a fonte da tensão (a pessoa que humilhou, o agressor).
Agressão deslocada: agredir terceiros não envolvidos (violência doméstica após um dia ruim no trabalho, ataques a grupos vulneráveis).
Comportamento autodestrutivo: uso de drogas, automutilação, tentativa de suicídio.
Busca de gratificação imediata: furtos, roubos para obter dinheiro rápido e aliviar a tensão.
5.2 Respostas cognitivas
Reinterpretação da situação: minimizar a importância da perda, racionalizar, buscar um lado positivo.
Aceitação resignada: conformar-se com a situação, desistir de lutar.
Busca de justificativas morais: convencer-se de que a resposta criminosa é legítima (técnicas de neutralização).
5.3 Resposta
As respostas emocionais referem-se às próprias emoções negativas geradas pela tensão (raiva, frustração, medo, depressão, vergonha), que funcionam como mediadoras para as respostas comportamentais e cognitivas. Como destacado na seção 3, a raiva é a emoção mais importante por mobilizar o indivíduo para a ação e reduzir a inibição moral.s emocionais
Regulação emocional: tentar controlar as emoções (respiração, distração, oração).
Expressão emocional: chorar, gritar, desabafar.
Uso de substâncias para modular emoções: álcool, drogas.
6) Aplicações da GST: exemplos concretos
A teoria do strain generalizado explica uma vasta gama de comportamentos:
6.1 Violência doméstica
Um homem perde o emprego (remoção de estímulos positivos / perda de valor) e passa a ser cobrado pela esposa (apresentação de estímulo negativo). Ele sente raiva e humilhação. Sem habilidades de coping e com acesso a álcool, pode reagir com violência contra a parceira (agressão deslocada).
6.2 Bullying escolar
Um adolescente sofre bullying constante (estímulo negativo). Sente raiva e vergonha. Se tem baixo apoio social e está inserido em um grupo que valoriza a “lei do mais forte”, pode se tornar um agressor por sua vez, reproduzindo a violência.
6.3 Crimes de ódio
Indivíduos que experimentam tensões econômicas (perda de emprego) ou status ameaçado (medo de perder privilégios) podem projetar sua raiva em grupos minoritários, culpando-os por seus problemas. A violência contra esses grupos (agressão deslocada) é uma forma de aliviar a tensão e restaurar uma sensação de controle.
6.4 Delinquência juvenil
Jovens que sofrem maus-tratos em casa, são excluídos na escola ou vivem em comunidades violentas acumulam múltiplas tensões. A raiva resultante pode levar à formação de gangs, à violência e ao envolvimento com o crime.
6.5 Uso de drogas
Pessoas que enfrentam perdas afetivas, humilhações ou estresse crônico podem recorrer a drogas como forma de automedicação (fuga da realidade). O uso abusivo, por sua vez, gera novas tensões (conflitos familiares, problemas de saúde, envolvimento com o tráfico), criando um ciclo vicioso.
7) Evidências empíricas
A GST é uma das teorias mais testadas na criminologia. Estudos longitudinais e transversais, com amostras diversas, confirmam consistentemente que:
Indivíduos expostos a múltiplas tensões (especialmente aquelas percebidas como graves e injustas) têm maior probabilidade de se envolver em comportamentos desviantes.
A raiva é o principal mediador entre a tensão e o crime violento.
O apoio social e o autocontrole atuam como moderadores, reduzindo o impacto da tensão.
Diferentes tipos de tensão estão associados a diferentes tipos de crime: tensões relacionadas à violência e à humilhação estão mais ligadas a crimes violentos; tensões econômicas, a crimes patrimoniais.
8) Críticas e limitações
Nenhuma teoria é perfeita, e a GST também recebe críticas:
8.1 Medição da tensão
Há controvérsias sobre como medir adequadamente a tensão subjetiva (a percepção do indivíduo) versus a tensão objetiva (eventos mensuráveis). O que é uma tensão para uma pessoa pode não ser para outra.
8.2 Causalidade reversa
Pode ser que comportamentos desviantes gerem tensões adicionais (ex.: ser preso causa perda de emprego e rompimento familiar), criando um ciclo difícil de desembaraçar. Estudos longitudinais tentam controlar isso, mas o problema persiste.
8.3 Foco excessivo em emoções negativas
Críticos apontam que a teoria subestima o papel das emoções positivas (como a excitação, o prazer do risco) na motivação para o crime. Alguns crimes são cometidos por busca de sensações, não por alívio de tensões.
8.4 Generalização para outros contextos
A GST foi desenvolvida nos EUA e testada principalmente em países ocidentais. Sua aplicação a culturas não ocidentais, onde a expressão de emoções e as formas de coping podem ser diferentes, exige cautela.
9) Implicações para políticas públicas
A GST sugere que as políticas de prevenção devem focar na redução das tensões e no fortalecimento dos fatores de proteção:
9.1 Redução de tensões na infância e adolescência
Prevenção da violência doméstica e do abuso infantil.
Programas anti-bullying nas escolas.
Políticas de inclusão e combate à discriminação.
Apoio a famílias em situação de vulnerabilidade (renda, habitação, saúde mental).
9.2 Fortalecimento de habilidades de coping
Educação socioemocional nas escolas (autocontrole, resolução de conflitos, empatia).
Programas de mentoria e apoio psicológico.
Treinamento parental para lidar com estresse e educar os filhos.
9.3 Ampliação do apoio social
Fortalecimento de redes comunitárias (associações, igrejas, centros de juventude).
Serviços de aconselhamento e mediação de conflitos acessíveis.
Linhas de apoio e acolhimento para pessoas em crise.
9.4 Intervenção em momentos de crise
Atendimento imediato a vítimas de violência, perdas ou discriminação.
Programas de justiça restaurativa que permitam a expressão de emoções e a reparação.
Acompanhamento de egressos do sistema prisional para prevenir novas tensões.
10) Jurisprudência: o reconhecimento da violência doméstica como fator criminógeno
Embora o STF e o STJ não citem explicitamente a GST, há decisões que reconhecem a relação entre tensões emocionais e violência, especialmente no contexto da Lei Maria da Penha.
HC 175.816/SP – STJ
No HC 175.816/SP, rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, 6ª Turma, julgado em 10/03/2015, o STJ analisou a aplicação da Lei Maria da Penha a um caso de violência doméstica. A defesa alegava que o agente agiu sob forte emoção, o que deveria atenuar a pena. O STJ rejeitou o argumento, mas a discussão revela como as emoções (raiva, ciúme, frustração) estão na base de muitos crimes violentos. A decisão destacou que a violência doméstica não pode ser banalizada ou justificada por emoções, mas reconheceu que tais emoções são frequentemente o gatilho.
Trecho do voto:
“A violência doméstica e familiar contra a mulher, na maioria das vezes, é motivada por sentimentos de posse, ciúme, frustração e raiva, os quais, embora não justifiquem a agressão, evidenciam a presença de uma tensão emocional que precisa ser abordada por políticas públicas de prevenção e tratamento, e não apenas pela resposta penal.”
Esse trecho dialoga diretamente com a GST: as emoções negativas são o elo entre a tensão (frustração, ciúme) e a agressão. A decisão sugere que a prevenção deve atuar sobre essas emoções e suas causas.
REsp 1.975.747/PR – STJ
No REsp 1.975.747/PR, rel. Min. Joel Ilan Paciornik, 5ª Turma, julgado em 16/08/2022, o STJ discutiu a possibilidade de aplicação do princípio da insignificância a furto cometido por pessoa em situação de rua, em razão de extrema necessidade (fome). O Tribunal reconheceu que a situação de miséria extrema pode afastar a tipicidade material, pois não há lesão significativa ao bem jurídico quando o agente age para satisfazer necessidade imediata e premente.
Embora o fundamento seja a insignificância e não a GST, o caso ilustra uma tensão clássica: o bloqueio de meios legítimos (fome, falta de abrigo) leva à inovação (furto de alimentos). A decisão reconhece que, em tais circunstâncias, a resposta penal deve ser mitigada, pois o agente age sob forte pressão.
11) Síntese e conexões com as demais teorias
A teoria do strain generalizado de Robert Agnew representa um avanço significativo em relação à anomia de Merton. Ao incorporar múltiplas fontes de tensão (perdas, estímulos negativos, bloqueio de metas), ao destacar o papel das emoções negativas, e ao identificar os fatores que moderam a resposta à tensão, a GST oferece um quadro mais completo e realista para compreender a criminalidade.
Ela dialoga com outras teorias criminológicas:
Com a teoria do controle social: o apoio social e os vínculos convencionais são fatores protetivos que reduzem o impacto da tensão.
Com a teoria da aprendizagem social: a associação com pares desviantes influencia a forma como a pessoa responde à tensão (aprende a canalizar a raiva para a violência, aprende técnicas de neutralização).
Com o labeling approach: a resposta punitiva a comportamentos desviantes pode gerar novas tensões (estigma, exclusão), realimentando o ciclo.
Para o operador do direito, compreender a GST significa reconhecer que o crime é muitas vezes uma resposta a sofrimentos reais, e que a mera punição, sem endereçar as causas da tensão, é insuficiente e pode até agravar o problema. Políticas de prevenção devem focar na redução das tensões estruturais (desigualdade, violência, discriminação) e no fortalecimento de fatores protetivos (apoio social, habilidades emocionais, oportunidades legítimas).
A próxima aula explorará as conexões e distinções entre a GST e outras teorias criminológicas, incluindo teorias de aprendizagem social e teorias de oportunidades, analisando como diferentes abordagens explicam as trajetórias para o crime.
Exercícios:
Em chave de strain generalizado, violência reativa é mais associada a:
Complete a frase: Ao contrário da teoria da anomia clássica, que focava no bloqueio de metas econômicas, Robert Agnew propôs a teoria do strain generalizado para enfatizar o papel das _____ como mediadoras do crime.
Complete a frase: De acordo com a teoria de Robert Agnew, a _____ é considerada a emoção mais relevante para o comportamento desviante, pois mobiliza o indivíduo para a ação e justifica a agressão.
Complete a frase: No contexto da GST, as capacidades de resolver problemas e reinterpretar situações adversas de maneira construtiva para lidar com a tensão são denominadas habilidades de _____.
Complete a frase: A categoria de tensão que envolve eventos traumáticos como o término de um relacionamento ou a morte de um familiar é classificada por Agnew como a _____ de estímulos positivos.
Complete a frase: Situações como o bullying escolar ou a exposição a abusos físicos representam a fonte de tensão que Agnew define como a _____ de estímulos negativos.
Complete a frase: Ao analisar as fontes de tensão, Agnew destaca que indivíduos expostos a múltiplas experiências _____ têm uma probabilidade significativamente maior de se envolver em delinquência.
Complete a frase: Pesquisas longitudinais sobre a GST confirmam que a raiva facilita o desvio porque cria um forte desejo de _____, reduzindo a inibição moral do sujeito.
Complete a frase: Um fator protetivo essencial que reduz o impacto da tensão ao fornecer recursos emocionais e materiais para o indivíduo é o _____ .
Complete a frase: No HC 175.816/SP, o Superior Tribunal de Justiça reconheceu que a _____ é frequentemente impulsionada por sentimentos de raiva e frustração, exigindo políticas de prevenção.
Complete a frase: Para a redução da criminalidade sob a lógica da GST, as políticas públicas devem investir em educação socioemocional para fortalecer o _____ em crianças e adolescentes.
De acordo com a Teoria da Tensão (Strain Theory) na criminologia, a percepção de injustiça é relevante porque:
Segundo a Teoria do Strain Generalizado (General Strain Theory) de Robert Agnew, qual dos seguintes fatores pode REDUZIR a probabilidade de que um indivíduo responda ao strain com comportamento criminoso?
O strain generalizado amplia Merton ao incluir como pressões relevantes:
Uma crítica metodológica comum à teoria da tensão geral (General Strain Theory) é que: